A Ruptura foi criada para advogados que querem parar de justificar o próprio preço, escolher melhor quem atendem e construir uma carteira compatível com o nível de trabalho que já entregam.
Teve mês em que entraram R$ 30 mil, R$ 40 mil ou mais. Você trabalhou muito, resolveu problemas difíceis e manteve o escritório funcionando.
Pouco tempo depois, parte daquele dinheiro já tinha desaparecido: impostos, estrutura, equipe, ferramentas, parcelas, despesas atrasadas e clientes que consomem muito mais do que pagam.
Enquanto isso, a agenda continuou cheia. Você respondeu mensagens fora do horário, assumiu tarefas que deveriam estar com outra pessoa e manteve contratos antigos porque encerrar, reajustar ou dizer não parecia mais trabalhoso do que continuar.
O escritório cresceu em responsabilidade, consumindo o tempo que deveria estar sendo usado para construir e consolidar o próprio escritório.
Conta o sábado. Conta a ligação das dez da noite. Conta a hora que você passou refazendo algo que já tinha sido feito. Conta o tempo que você gastou explicando pela terceira vez a mesma coisa para o mesmo cliente.
E a saída que o mercado ensina é sempre a mesma: buscar mais clientes. Você aceita mais um, depois mais um, e a receita sobe junto com o número de horas.
Quando o advogado encontra esse teto, o primeiro impulso costuma ser contratar uma agência. Reuniões, roteiros, anúncios, relatórios e a promessa de que mais alcance trará o crescimento que o escritório precisa.
Na prática, chegam curiosos, pedidos de informação e clientes que negociam honorários comparando você ao advogado mais barato. A agência comemora os leads. Você continua esperando a oportunidade que justifique o investimento.
Enquanto a sua carteira determinar quanto você cobra, o próximo cliente continuará escolhendo você pelos mesmos motivos.
A Ruptura começa exatamente aqui. Antes de decidir como atrair, você define quem vai atrair. Antes de aumentar o volume, muda o modelo. Antes de colocar mais pessoas na mesa, retira quem nunca deveria estar nela.
Comecei em 2006, acreditando no modelo que muitos advogados ainda seguem: atender todo tipo de cliente, assumir cada vez mais demandas e acreditar que crescer significava acumular mais processos.
A agenda estava cheia, mas os resultados não acompanhavam o volume de trabalho. Quanto mais o escritório faturava, mais dependia do meu tempo, da minha presença e da minha capacidade de resolver tudo.
Foi quando abandonei a advocacia de volume e construí um modelo baseado em poucos clientes, atuação estratégica e contratos de alto valor.
Há anos conduzo outros advogados pela mesma transformação. E encontro sempre o mesmo cenário: profissionais tecnicamente excelentes, com agenda cheia, mas ainda cobrando como se fossem apenas mais um no mercado.
Foi para esses advogados que eu criei A Ruptura.
Huendel Rolim · Advogado e idealizador de A Ruptura
Consolidou um escritório boutique, com poucos clientes e alto valor. Vai te conduzir na estruturação de um escritório lucrativo, sem depender de volume.
Especialista em inteligência artificial aplicada a negócios e autor best seller de IA para Líderes, esteve no Vale do Silício acompanhando as principais ferramentas do mercado nascerem. Vem dos Estados Unidos para te mostrar como transformar a IA no seu melhor estagiário.
Empresário e referência nacional em desenvolvimento humano, com múltiplos milhões faturados no digital. Vai te mostrar como usar a sua imagem para que o cliente certo chegue já sabendo quem você é, sem depender de agência.
Há mais de 25 anos realizando treinamentos de times comerciais em empresas como Grupo Natália Beauty, MTOR e Silk Atelier, ensinando a fazer melhores contratações e realizar vendas assertivas.
E mais um nome desta edição, revelado apenas para os selecionados
O endereço exato você recebe assim que a sua vaga for confirmada. A sala é pequena de propósito.
Uma aplicação curta, contando onde o seu escritório está hoje e para onde você quer levá-lo. Gratuita, porque nessa etapa não existe pagamento nenhum.
As candidaturas são lidas todos os dias.
Recebe o endereço e o acesso ao grupo dos participantes, onde a experiência começa antes do palco.
Nada. A candidatura é gratuita e, confirmada a vaga, a participação também.
Essa objeção costuma vir de quem mais precisa estar na sala, porque a agenda cheia é o próprio sintoma que esses dois dias existem para tratar. Vale voltar na conta do começo da página: quantas daquelas horas estão indo para clientes que você já sabe que deveriam ter saído.
Sim, desde que a carteira já exista. O que a experiência trata é a forma como você escolhe e precifica quem atende, e isso vale para quem trabalha sozinho tanto quanto para quem tem equipe.
Não. Congresso é palco para milhares assistirem. Aqui são menos de cem advogados, cada um com o computador aberto trabalhando a própria operação.
Não é preciso conhecimento técnico. Os agentes ficam disponíveis no dia e você os testa aplicados ao seu escritório, com o apoio de quem construiu.
Porque esse teto chega justamente em quem vai bem. Escritório que não funciona tem problema de operação. Escritório que funciona e não avança tem problema de carteira.
Sim, sem transmissão e sem gravação. Os dois dias acontecem em São Paulo.